Quatro estações. Dois semestres. Doze meses. 365 dias… Há diferentes maneiras de dividirmos o ano, o que nos ajuda a remir o tempo e a nos organizar de acordo com a nossa agenda. No tempo em que vivemos hoje, uma coisa é unânime: o tempo é precioso, mas aparentemente tão escasso. Temos tantas coisas a fazer. E aquilo que fazemos constantemente molda o nosso coração.
Estamos cheios de atividades, escola, faculdade, pós-graduação, trabalho, cuidar do lar e, para muitos, ainda administrar as atividades dos filhos, que não são poucas. Tudo isso é importante, e devemos nos organizar para dar conta das prioridades. O problema é quando essas atividades tomam conta do nosso coração e se tornam a prioridade das nossas vidas. Quando atingem um nível de acúmulo que impede uma noite bem dormida, dedicação à família, amizades intencionais, cristãs ou evangelísticas, tudo isso passa a moldar o nosso caráter.
Cada um de nós segue um calendário, e não estou falando do calendário gregoriano, mas de uma agenda pessoal. Mas o que governa o seu tempo? Quando você divide o seu tempo em fatias, para quem vai a primeira? A sua vida gira em torno de quê?
Alguns seguem a agenda de provas e trabalhos da faculdade, outros, as muitas reuniões no escritório, há ainda aqueles cuja rotina gira em torno da vida dos filhos. Todas essas coisas são importantes. Mas, quando olhamos para elas como a coisa mais importante da nossa vida, onde entra Deus? Não deveríamos viver com um relógio ajustado ao Senhor, reconhecendo-o como dono do nosso tempo, e não às coisas secundárias?
“Buscai, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
É inegável que não vamos poder fugir da correria da rotina do dia a dia, mas isso não pode ser impeditivo para buscar o Senhor, e de entregar a Ele todas as nossas atividades. Vivamos como quem olha para Deus, e não para nós mesmos. Afinal, quem é o Deus do seu tempo?










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