“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?…Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1Co 15:55 e 57
“Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro.” 2 Pe 2:20
É razoável haver mais alegria por vitórias no futebol do que nas vitórias que Deus concede aos seus filhos? Da mesma forma, é razoável haver mais tristeza por derrotas no futebol do que nas derrotas da vida cristã?
Lamentavelmente tais paradoxos têm contaminado e distorcido a vida de muitos filhos de Deus. Vitórias dadas por Deus marcadas pela apatia e vitórias esportivas marcadas por extrema alegria; derrotas na fé marcadas por indiferença e derrotas esportivas marcadas por extrema tristeza. Uma verdadeira demência espiritual!
O choro ou abatimento acentuado de marmanjos crentes por causa da desclassificação na copa é sim indiscutivelmente muito triste – não a causa banal das lágrimas! Quando futebol, que deveria ser mero entretenimento, assume proporções de religião e se torna parâmetro de contentamento na vida, aí há completa derrota digna de muito pranto.
Em Cristo “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” Rm 8:37. Neste estado definitivo de vitória devemos buscar, encontrar e fundamentar uma imensa alegria! Dele deriva o imperativo bíblico: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.” Fp 4:4. A apatia diante da imensa bondade e graça que nos alcança é completa derrota.
Em contrapartida, derrotas da fé devem produzir uma santa tristeza que é, por Deus, também convertida em vitória mediante o arrependimento que leva à purificação. “Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava…” 2Co 7:9-10
Que a sanidade espiritual prevaleça em cada um de nós.









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